terça-feira, 17 de abril de 2012

Convocação para formação de chapa para o SEPE-Macaé

OS MOVIMENTOS
EDUCADORES EM LUTA &
SINDICALISMO MILITANTE

CONVIDAM OS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO
PARA A CONVENÇÃO DE CHAPA
PARA AS ELEIÇÕES DO NÚCLEO MACAÉ DO SEPE



NA PRÓXIMA QUINTA-FEIRA - 19 DE ABRIL ÀS 16H
LOCAL: SEDE DO PSTU-MACAÉ
ENDEREÇO: RUA TEIXEIRA DE GOUVEIA, 1766 (FUNDOS) – BAIRRO: CENTRO


Em 2011, os profissionais da Educação de Macaé demonstraram qual o real caminho para garantir as melhorias salariais e de condições de trabalho e defender a Educação Pública e de Qualidade: a LUTA. Com cinco paralisações e manifestações públicas que aglutinaram centenas de profissionais da Educação pelas ruas do Centro de Macaé, conquistamos significativas vitórias para os Educadores, enfrentando os governos municipal de Riverton Mussi e estadual de Sérgio Cabral.

No cenário nacional, acompanhamos o Governo Dilma/PT liderar a política de arrocho salarial e retirada de direitos trabalhistas, criminalizar a pobreza e os Movimentos Sociais ao passo que empreiteiros, empresários, banqueiros e latifundiários concentram ainda mais riquezas. É fundamental que construamos a resistência para avançar o processo de reorganização da classe trabalhadora em nosso país, já que a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e demais centrais sindicais pelegas não estão mais ao nosso lado e não nos servem como alternativas de luta. Por isso, optamos pela construção e fortalecimento da Central Sindical e Popular – CONLUTAS, que atuou nas mobilizações em Macaé e em diversas localidades do Brasil.

Para consolidarmos o Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação de Macaé (SEPE-Macaé) como uma entidade presente no cotidiano, combativa e antigovernista, é fundamental organizarmos uma chapa que aglutine o conjunto dos profissionais compromissados com a Luta em defesa da categoria e da Educação Pública.

Portanto, vimos por meio deste convidar você para participar de nossa Convenção de Chapa na próxima quinta-feira! Saudações de Luta!


Contatos:
Gabriel Marques: (21)9450-2472 / (22) 9283-0827
Alexandre Elias: (22) 8806-7222 / (22) 9912-1354
Luiz Carlos: (21)8267-2642 Hugo Duarte: (21) 9182-9566

Paralisação da rede estadual na próxima quinta-feira

NA PRÓXIMA QUINTA-FEIRA, 19 DE ABRIL

OS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

VÃO PARALISAR SUAS ATIVIDADES DURANTE 24 HORAS.


HAVERÁ ASSEMBLEIA ÀS 14H
NA ABI!


VAMOS PARTICIPAR PARA CONSTRUIR A LUTA EM DEFESA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA E PELAS MELHORIAS SALARIAIS E DE CONDIÇÕES DE TRABALHO PARA A CATEGORIA!

domingo, 1 de abril de 2012

Marcha em Defesa da Educação Pública - 28/03

Apesar da chuva, na quarta passada a Marcha em Defesa da Educação Pública reuniu bom número de participantes, principalmente os estudantes secundaristas. Os manifestantes cantaram palavras de ordem e fizeram falas para denunciar principalmente os ataques cometidos por Sérgio Cabral/PMDB, Eduardo Paes/PMDB e demais prefeitos, que tentam destruir a escola pública. O SINDICALISMO MILITANTE esteve presente, deixou seu recado na Cinelândia e distribuiu o panfleto que compartilhamos abaixo.


Professor Gabriel Marques faz uma saudação aos manifestantes em nome do SINDICALISMO MILITANTE.

Leia nosso panfleto:

28 DE MARÇO: MATARAM UM ESTUDANTE! E SE FOSSE SEU FILHO?

Há 44 anos, numa conjuntura em que empresários e militares impunham a Ditadura em nosso país, o estudante secundarista Edson Luís de Lima Souto, então com 18 anos de idade, foi assassinado pela Polícia Militar em um confronto no Centro do Rio de Janeiro, mais especificamente no Restaurante Calabouço. Paraense, nascido em Belém, Edson Luís foi o primeiro estudante assassinado pela Ditadura Militar, após a organização de uma passeata relâmpago contra a alta do preço da comida no restaurante. Com receio de que a polícia desaparecesse com o corpo e corajosos, os estudantes carregaram o corpo até a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, onde foi velado. Homenageando Edson Luís, o dia 28 de março é também considerado o Dia Nacional dos Estudantes. EDSON LUÍS VIVE! Entretanto, não temos elementos para comemorar. Hoje não há militares à frente de uma Ditadura; porém, vivenciamos a tríade composta por Dilma Rousseff/PT, Sérgio Cabral/PMDB e Eduardo Paes/PMDB garantir benefícios à elite e criminalizar a pobreza e os Movimentos Sociais. Os estudantes, que deveriam ter acesso a excelentes condições de ensino, encontram escolas sucateadas. Portanto, estudantes, pais e responsáveis e educadores não vão se calar diante das atrocidades governistas e vão às ruas CONTRA A DESTRUIÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA! O conjunto da sociedade concorda que a Educação pede socorro!


HOJE É DIA DE MARCHA EM DEFESA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA!

#SOSEDUCAÇÃO O cenário é lamentável no Rio de Janeiro. Faltando aproximadamente um semestre para escolha da sucessão municipal, Eduardo Paes anuncia o benefício-alimentação para os servidores e Sérgio Cabral, a incorporação da gratificação Nova Escola ao vencimento básico (promessa da campanha de seu primeiro mandato, com carta enviada à casa de cada um dos educadores...). Tentativas para nos fazer esquecer os descasos da dupla, com aval da presidente!?

Certamente em vão, pois somos nós que acompanhamos cotidianamente a situação caótica da esmagadora maioria de nossas escolas, com salas superlotadas, que impossibilitam avanços no processo de ensino-aprendizagem; somos nós quem deixamos de ser valorizados com melhores salários e condições de trabalho ao transferirem recursos públicos para instituições privadas, como a Fundação Roberto Marinho, organizarem projetos de aceleração da conclusão dos Ensinos Fundamental e Médio (alunos podendo terminar em 3 anos com aulas ministradas por um único docente e vídeos em vez de 7 anos de estudo, com professores de diversas disciplinas); somos nós que consideramos um crime o governo fechar instituições escolares, dificultando o acesso à Educação aos estudantes que trabalham e ocasionando total desconforto aos colegas que precisam buscar novos locais em duas ou mais escolas para cumprir a carga horária; seremos nós os prejudicados pela aprovação do PL nº 1005 em 2011, componente da Reforma da Previdência de orientações neoliberais promovida por Eduardo Paes; fomos nós quem levamos tiros de balas de borracha e bombas de gás de pimenta da Polícia a mando de Sérgio Cabral na greve de 2009. Não apenas lembraremos tais situações como estaremos nas ruas para denunciar os governantes e organizar os Educadores e os Estudantes para os necessários enfrentamentos!


SÓ A LUTA MUDA A VIDA!


No ano passado, os educadores da rede estadual demonstraram o importante e único caminho que temos a percorrer: a Luta! A mobilizada greve de dois meses e a ocupação da Rua da Ajuda deixaram Sérgio Cabral e Wilson Risolia preocupados, com o Secretário ironizando ao dizer que só havia 240 grevistas.

Para nós, do SINDICALISMO MILITANTE, é tempo de aumentar nossa organização, construindo um caminho coeso, autônomo e independente para defender a Educação Pública, Gratuita e de Qualidade. Não podemos depositar quaisquer esperanças de dias melhores por meio da via institucional, dos vereadores ou deputados, em sua quase totalidade comprometida com a classe dominante! Devemos potencializar um trabalho de base junto à categoria, conquistar o apoio da população e unificar com os demais setores da classe trabalhadora e da juventude, para irmos às ruas e colocarmos Sérgio Cabral e Eduardo Paes ‘contra a parede’!


terça-feira, 20 de março de 2012

Campanha Salarial 2012

Após a paralisação unificada das redes estadual do RJ e municipal do Rio de Janeiro, no último dia 14 de março, foi lançada a campanha salarial de 2012. Ouça as posições do SINDICALISMO MILITANTE no vídeo abaixo e ajude a divulgar a próxima MARCHA EM DEFESA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA, na quarta-feira 28 de março. Tod@s à Cinelândia!






Leia nosso panfleto distribuído no dia 14 de março:

Ao adequar a “Cidade Maravilhosa” para sediar os megaeventos esportivos, Sérgio Cabral e Eduardo Paes repassam recursos públicos para obras milionárias e demonstram a quem seus governos servem: milhões são destinados aos lucros de empresários e empreiteiros, ao passo que o salário dos servidores é achatado, direitos são retirados e escolas e hospitais públicos agonizam diante da falta de investimento. Nas redes de ensino, temos acompanhado ainda a superlotação de diversas turmas; a absurda prática de fechar escolas sem qualquer diálogo com a comunidade; a lógica das avaliações pautada na meritocracia; e projetos de aceleração em parcerias que beneficiam organizações privadas como a Fundação Roberto Marinho e mascaram os reais problemas e dificuldades do corpo discente, aligeirando sua saída da escola para simplesmente obter o diploma. Nesse cenário, aos trabalhadores e à juventude resta um caminho: o enfrentamento aos governantes para defender melhores salários e condições de trabalho e manter seus direitos historicamente conquistados.


14 DE MARÇO: PARALISAÇÃO CONJUNTA DAS REDES ESTADUAL DO RJ E MUNICIPAL DO RIO / CAMPANHA SALARIAL

Para reivindicarmos o reajuste de 36% na rede estadual e 20% no município, além de outras bandeiras, apenas a luta pode apontar perspectivas de ganhos! Em 2011, a rede municipal foi às ruas e dificultou o ataque da “Reforma da Previdência” implementada por Eduardo Paes por meio do projeto de Lei nº 1005; e a rede estadual realizou mais de dois meses de greve, ocupando a Rua da Ajuda com seu acampamento político, dando visibilidade à luta e arrancando tímidos ganhos que desgastaram Sérgio Cabral.

Para nós, do SINDICALISMO MILITANTE, é tempo de aumentarmos nossa organização, construindo um caminho autônomo e independente para defender a Educação Pública. Não podemos depositar quaisquer esperanças de dias melhores por meio da via institucional, dos vereadores ou deputados, em sua quase totalidade comprometida com a classe dominante! Devemos potencializar um trabalho de base junto à categoria, conquistar o apoio da população e unificar com os demais setores da classe trabalhadora e da juventude, para irmos às ruas e colocarmos Sérgio Cabral e Eduardo Paes ‘contra a parede’!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Avaliação da Greve da rede municipal de Niterói - 2011

Antiga capital do Estado e um dos principais municípios da região metropolitana do Rio de Janeiro, Niterói há tempos acompanha a negligência de seus governantes diante de políticas que favoreçam o conjunto da população. A Educação Pública diariamente sofre com problemas alertados por seus profissionais, que se esforçam para oferecer ensino de qualidade e dignidade aos niteroienses. Todavia, a garantia do desejo dos Educadores esbarra em inúmeros problemas.

As cozinheiras, que exercem um trabalho além de simples merendas – produzindo refeições em escala industrial – sofrem com a exaustiva carga de trabalho; o número de profissionais atuando junto às crianças é insuficiente, o que podemos comprovar pela falta de professores para a sala de informática e para a sala de leitura, de psicólogos(as) e assistentes sociais – profissionais essenciais para auxiliar no acompanhamento e nas possíveis resoluções dos inúmeros problemas vivenciados pelos estudantes; os(as) pedagogos(as) têm acumulado três funções, prejudicando o acompanhamento dos estudantes e do planejamento e da atuação pedagógicas do corpo docente; falta segurança escolar; é notória a necessidade de melhoria das bibliotecas, contratando bibliotecários e atualizando o acervo para incentivar a leitura etc. Enfim, durante três anos diversas e sucessivas tentativas de negociação foram encaminhadas junto à gestão de Claudio Mendonça, apontando os constantes problemas da rede municipal de ensino de Niterói.

Diante do descaso da Secretaria de Educação, da Fundação Municipal de Educação e da Prefeitura, que não apontaram propostas para superação dos problemas listados, em Assembleia realizada em Julho, os Profissionais da Educação de Niterói deliberaram pela greve a partir de 1º de agosto, não retornando ao trabalho após o recesso. O recesso foi precedido de greves de 48 horas, reuniões entre os profissionais e manifestações. Em agosto e setembro, realizamos manifestações pelas ruas, visitas em escolas, publicizamos as nossas reivindicações para a população de todas as formas possíveis.

A cada manifestação, a greve ganhava apoio de todos os setores da população niteroiense. Os pais entendiam a necessidade da greve, mesmo apontando os incômodos que ela produzia; nas ruas, a população manifestava constantemente seu apoio à nossa luta. Afinal, é inaceitável que uma cidade com arrecadação que supera a cifra de R$ 1 bilhão e 400 milhões em impostos tenha uma rede de educação tão minúscula, com milhares de crianças fora de escola – principalmente as pré-escolares!

Além dessa situação de calamidade educacional, a gestão irresponsável do Prefeito Jorge Roberto Silveira ainda se recusa a realizar as necessárias melhorias nas escolas existentes. Por outro lado, projetos de interesse de empresas privadas e ONGs são aprovados, como a distribuição de LEGO nas escolas. Tais projetos têm recebido quantias milionárias dos cofres municipais mas muitas vezes não funcionam dentro das escolas por falta de profissionais capacitados para trabalhar com eles assim como pela recusa dos professores. Como exemplo, temos a aprovação do projeto Magia de Ler, um projeto milionário, feito sem licitação com a Editora Melhoramentos (por ser considerado um projeto sem concorrência) que objetivava distribuir maletas contendo cinco livros para os alunos, livros escolhidos sem uma consulta aos professores, pondo de lado o planejamento anual dos mesmos (como todo e qualquer projeto deveria levar em consideração). Outros projetos foram aprovados também sem licitação, como a pesquisa milionária paga à Fundação Getúlio Vargas, que não se sabe para quê foi contratada.

Diante desse diagnóstico, claramente percebemos que o quadro não é de impossibilidade financeira, mas de ausência de vontade política e de compromisso com a população niteroiense. Portanto, a greve era legitimada pela população e confirmava os nossos ânimos a cada novo fato e novo conhecimento a respeito da gestão Jorge Roberto Silveira e Claudio Mendonça.

Ocupamos diversos espaços públicos da cidade, exigindo negociação imediata com o prefeito: a Fundação Municipal de Educação (FME), a Prefeitura da Cidade, a Receita Federal, e por fim a Câmara Municipal. Com a repercussão da greve, o prefeito se comprometeu em negociar pessoalmente com a categoria. Todavia, tal como se omitiu em inúmeros problemas do município, apresentou uma desculpa e mais uma vez não apareceu. Após diversas outras mesas de negociações com o mesmo teor, a Secretária de Educação Maria Inês Azevedo de Oliveira, se apresentou em seu lugar para dizer mais uma vez não às nossas reivindicações, contribuindo para fomentar nossa revolta e insatisfação com a gestão. Não restava outra alternativa se não aprovar a continuidade da greve – a Câmara Municipal foi ocupada após este episódio.

Com o passar do tempo, nossa greve atingiu uma amplitude inesperada. As denúncias constantemente feitas em nossas intervenções sobre o governo de Jorge Roberto Silveira e os apontamentos a respeito das ações dos vereadores da cidade e da gestão da FME e SME fizeram nossa greve ganhar um caráter político, de conscientização da população a respeito dos governantes e das eleições no próximo ano. Desta forma, tornamo-nos ainda mais indesejáveis, motivo pelo qual acreditamos ter forçado a inserção do deputado estadual Comte Bittencourt nas negociações, representando o prefeito e aceitando atender parte de nossas reivindicações, assinando um documento com o compromisso de:

· Para Plano de Parreira: aumento do percentual entre os níveis em mais 2,5% em 2012 e mais 2,5% em 2013, completando neste último ano 10% entre os níveis (por formação);

· “Abono funcional” para os servidores poderem atuar no Conselho de Representantes do SEPE-RJ (cada escola deve se organizar para liberar o profissional);

· Continuidade do estudo para valorização salarial dos profissionais da Educação (estudos do Plano de Carreira pela comissão criada pela prefeitura).


Esta greve conquistou mudanças no Plano de Carreira para 2013, fortaleceu o órgão representativo mais importante do SEPE e apontou uma pressão real nos estudos da Comissão de Revisão do Plano de Carreira em Niterói. Hoje já identificamos avanços em muitos aspectos do Plano a partir de nossas reivindicações, como triênio, 15% entre níveis e classes, adicional de formação continuada - 6% a cada 100h, podendo acumular até 40% ao final da vida funcional etc. Sabemos que será apenas com a organização de lutas e embates que garantiremos melhorias salariais e de condições de trabalho, arrancando tais vitórias dos governantes comprometidos com os interesses da minoria e os avanços já obtidos estão relacionados à nossa greve.

O SINDICALISMO MILITANTE entende que é por meio das lutas que conseguimos conquistar os nossos direitos e é preciso fortalecer um SEPE independente dos governantes e seus aparatos. É na força dessas lutas que aumentamos a organização e a combatividade da categoria, ampliando a defesa da Educação Pública, Gratuita e de Qualidade e nos conscientizando em buscar uma sociedade qualitativamente diferente do panorama atual.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Eleições para Direção na rede municipal do Rio de Janeiro

Nesta semana, ocorrem as eleições nas escolas municipais para que sejam escolhidas as novas Direções. Certamente é uma conquista para a comunidade escolar e para os defensores da Escola Pública o poder de decisão sobre a gestão que dirigirá uma instituição. Diante de inúmeros problemas e desafios que estão colocados para os profissionais da Educação, cujas resoluções indubitavelmente não se encontram apenas sob nossa responsabilidade, é preciso que busquemos mecanismos e ferramentas para não apenas diagnosticarmos tais problemas e reclamarmos em salas de professores.

Nesse quadro, a Direção da Escola possui uma tarefa ímpar e precisa imprimir o pensamento coletivo discutido e decidido cotidianamente por sua comunidade. Precisamos, de uma maneira geral, na rede municipal, de diretores, professores, funcionários, estudantes eresponsáveis, que não apenas acatem as decisões unilaterais da Prefeitura Municipal e da Secretaria de Educação, mas que questionem, se posicionem, critiquem e neguem quando for necessário, pois muitas vezes empunhar nãos pode instalar uma grande afirmação!

No atual cenário de crise econômica do capital, os governantes agem como verdadeiros representantes de uma pequena parcela da sociedade, garantindo a manutenção dos exorbitantes lucros de banqueiros, empresários, empreiteiros e latifundiários e arrochando salários e retirando direitos da classe trabalhadora, a que verdadeiramente produz as riquezas!

Em nosso caso (Educadores), tal realidade se expressa em quatro frentes principais: a) poucas verbas destinadas à Educação Pública com paralelas privatizações e terceirizações; b) arrocho salarial, com o poder de compra cada vez menor; c) intensificação do trabalho somada à retirada de direitos, com salas superlotadas e ataques à nossa Previdência; e d) culpabilização docente somada à aprovação automática mascarada, com a meritocracia usando avaliações gerais e índices e os projetos de aceleração dos estudos, onde o aluno supostamente aprenderia conteúdos de quatro anos de escolaridade em apenas um. Portanto, urge que essas temáticas sejam debatidas e construídas coletivamente nas escolas! E que utilizemos o instrumento da categoria de maneira comprometida com a defesa de nossos interesses, nos filiando ao e participando do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação, o SEPE.

Uma gestão de Direção não pode cumprir apenas seu papel administrativo. Pode e deve debater e traçar um projeto político-pedagógico para a unidade escolar, que melhore a cada dia e enfrente os desafios que nos estão postos. Certamente, nós queremos mais e nós podemos mais! Ou seja, é pertinente que avancemos. Para isso, cabe ao conjunto da comunidade o envolvimento para transformarmos um quadro que parece caminhar ao caos para um quadro de boas condições que fortaleçam as ações políticas e pedagógicas.

domingo, 25 de setembro de 2011

Resultado da rifa do livro "Botafogo, uma Paixão Além do Trivial"

Com o objetivo de arrecadar recursos financeiros para garantir a produção de materiais importantes para as lutas em defesa da Educação Pública, o Movimento SINDICALISMO MILITANTE realizou a venda de rifas, a R$1,00 cada número. Registramos aqui nosso agradecimento a todos e todas que colaboraram nessa campanha financeira. Utilizamos a extração n. 04587 da Loteria Federal, cujo sorteio foi realizado no dia 10 de setembro de 2011. Valendo os 3 últimos dígitos do bilhete, eis o resultado:


1º: 527 (não disponibilizado)

2º: 050 (não vendido)

3º: 376 (não disponibilizado)

4º: 072 (não vendido)

5º: 198 (Professor Victor - Geografia - Colégio Municipal Botafogo)


Em breve realizaremos a entrega do prêmio (um exemplar do livro "Botafogo, uma Paixão Além do Trivial") e divulgaremos em nosso blog.