quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Próxima Quinta Assembleia em Macaé


Na próxima quinta-feira, 01 de setembro, ocorrerá a Assembleia Unificada das redes estadual e municipal de Macaé, a partir das 18h, no Colégio Estadual Matias Neto.

É hora de nos reorganizarmos para prosseguir as lutas que garantiram vitórias no 1º semestre, para que conquistemos um Plano de Cargos, Carreira e Vencimento digno e que efetivamente valorize a categoria!

Compareça! Participe! Opine!

E filie-se ao SEPE!

Mais informações: (21)9450-2472

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Educador@s de Niterói realizaram ato na Fundação Municipal de Educação

Ontem, após uma assembleia que aprovou a continuidade da greve dos professores e funcionários municipais em Niterói, foi realizado um Ato diante da Fundação Municipal de Educação, durante o qual @s educador@s venderam picolés, angariando recursos para o fundo de greve.

Após a chegada dos professores e funcionários, os mesmos tentaram entrar na sede da FME e foram impedidos pela Guarda Municipal. Daí os professores forçaram a entrada na mesma e foram recebidos em audiência pela subsecretária de Educação, que novamente respondeu NÃO às reivindicações.

Portanto,

A GREVE CONTINUA

PREFEITO, A CULPA É SUA!!!

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Grevistas de Niterói ganham liminar contra o corte de ponto!

Dando continuidade ao Movimento iniciado no dia 1º de agosto, a GREVE NA REDE MUNICIPAL EM NITERÓI obteve vitória expressiva: a conquista da liminar que garante que o ponto dos grevistas não seja cortado. Vindos de um processo de construção iniciado no dia 29 de junho, quando os Profissionais da Educação desta rede decidiram que, devido à intransigência de Claudio Mendonça e Maria Inês em não abrir efetivamente negociação com a categoria, deflagrariam greve após o recesso de julho, os educadores não retornaram para sala de aula, mas para as ruas, denunciando a farra da verba pública realizada por Claudio Mendonça e seu grupo.


Hoje, devido à festa da privatização e do desvio da verba pública realizado na Fundação Municipal de Educação, podemos dizer com todas as letras que A FME QUEBROU! Estamos em agosto e já estão sendo anunciados aos poucos: primeiro para os coordenadores dos projetos, depois para os diretores de escolas, por polos, que já estão fazendo reuniões com os contratados e RET’s, pois estes serão cortados (sendo RET’s regime de admissão para aposentados que retornam para o trabalho com seu antigo salário ou para os que ainda estão na rede, significando o dobro do salário). Porém, esta denúncia tem sido feita há muito tempo pelo próprio SEPE e pelos trabalhadores que diziam que chagaríamos a momentos de corte, onde até o salário dos efetivos estaria em perigo. Portanto, estamos neste momento! A FME QUEBROU! Em agosto cortes já são realizados para que se chegue ao fim do ano!


Este é o momento de avançarmos na luta pelo nosso Plano de Carreira e agora mais que nunca para pôr fim à corrupção e exigir uma perspectiva para nossa carreira, a curto e longo prazos. É hora de avançarmos!


É importante ressaltar que os trabalhadores grevistas municipais de Niterói sempre acreditaram na força que tinham nesta luta, pois em momento algum recuaram, mas aplicaram todo seu ânimo em fazer crescer este movimento, realizando assembleias representativas e manifestações. No dia 04/08, após uma assembleia que aprovou a continuidade da greve, foi realizado um ato diante das Barcas, vendendo picolé para angariar recursos para o Fundo de Greve e denunciar o congelamento do nosso Plano de Carreira. Além disso, desde o dia 01/08 visitas às escolas têm sido realizadas com o objetivo de convencer nossos colegas sobre a importância de parar o trabalho, aderindo à greve e não cedendo às ameaças da FME, que muitas vezes impõe que as diretoras de escolas atuem como seus capatazes. Urge que todos estejamos na luta pela dignidade profissional. Nossa primeira vitória mostrou que vale a pena lutar. Agora, os que temiam o corte de ponto, não têm mais o que temer! Venceremos!


Vamos fortes em defesa de nosso Plano de Carreira!


Dignidade para quem educa já!

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Greve e Passeata em Niterói


A professora Loíze Pessanha dialoga com a população durante a passeata.





Como aprovado na última assembleia da categoria, no dia 29 de junho, e confirmado no dia de ontem (01/08), às 8h no DCE-UFF, os Profissionais da Educação Municipal de Niterói deflagram a GREVE na Rede.



Numa assembleia representativa, com a presença de 27 escolas, inclusive de regiões comumente pouco presentes, foi aprovada pela maioria que a rede entra em luta contra Jorge Roberto Silveira, e seu representante na Educação, Claudio Mendonça.



Finalizada a assembleia, a Rede Municipal de Educação de Niterói, em unificação com a Rede Estadual de Educação, saiu em passeata pelas ruas da cidade, com palavra de ordem e falas que procuravam esclarecer a população sobre a realidade das escolas da rede. Realidade esta que muitas vezes permanece camuflada e restrita aos profissionais dentro das escolas. Denunciou-se o assédio moral que o governo tem imposto aos trabalhadores da educação, como carga horária excessiva para funcionários, que tem sua vida funcional reduzida por doenças causadas pelo estresse e excesso de trabalho; professores com diversas doenças, inclusive nas cordas vocais, que têm perdido tempo para o ‘pensar pedagógico’, pois ao longo dos anos foram retirados da escola diversos profissionais como os da sala de informática, de leitura, o articulador pedagógico etc; pedagogo que hoje exerce dupla função; cozinheiras que trabalham 40h e em escala industrial; e assim por diante. E isso se reflete numa precarização do ensino para os filhos da classe trabalhadora, pois, afinal, os filhos dos governantes estudam em escolas particulares pagas com os altos salários de seus pais, e não nas escolas que eles mesmos administram.



A passeata percorreu as ruas do Centro de Niterói, concentrando-se na frente da Prefeitura. Foi solicitada pelos profissionais em greve uma audiência com algum representante do governo para discutirmos a pauta da greve. Pasmos, os grevistas constataram que não havia ninguém do governo na casa, não havia ninguém que respondesse pela cidade de Niterói no momento da manifestação (como aconteceu na tragédia no Morro do Bumba, em que o prefeito demorou quatro dias para se pronunciar sobre o acontecido, pois não estava na cidade). Inicialmente, a Guarda Municipal não queria permitir nem a entrada da Comissão que tentaria uma reunião no prédio da Prefeitura. Após pressionar, sem confronto, paulatinamente os manifestantes ocuparam o saguão da prefeitura, arrancando uma audiência com a Secretária de Educação, Maria Inês, às 14h do mesmo dia (01/08). Com a garantia da reunião, dividimo-nos nas tarefas de visitar escolas para fortalecer a greve e nos encontrarmos com a secretária. Conforme prevíamos, nos recebeu para dizer, mais uma vez, que não vai atender às reivindicações da categoria.



A professora Loíze Pessanha, do SINDICALISMO MILITANTE, resumiu a situação: "Portanto, o governo nos força a permanecer em greve, pois não quer negociar! Nós não daremos nenhum passo atrás em nossa luta por dignidade profissional, melhoria na educação dos filhos da classe trabalhadora. Queremos e precisamos de uma sociedade qualitativamente diferente!"




Saudação de nosso Movimento aos/às grevistas de Niterói

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Entidades de Educação Física manifestam apoio às Lutas no RJ

Entre os dias 17 e 24 de julho, ocorreu o XXXII Encontro Nacional de Estudantes de Educação Física, na Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. O Professor Gabriel Marques foi convidado pela Executiva para ministrar o Grupo de Trabalho Temático "Práticas Pedagógicas", tendo ainda participado do Ato Público que apresentou à população de Santa Maria as reivindicações estudantis como a defesa da Licenciatura Ampliada, da Regulamentação do Trabalho e da Educação Pública. A Plenária Final do Encontro aprovou a moção de apoio abaixo.

No início do Encontro, o Sindicalismo Militante repassou os informes das LUTAS no RJ:


Moção de Apoio à Luta dos Bombeiros e Profissionais da Educação do Rio de Janeiro

Em nosso país, acompanhamos práticas dos governos de cortes de verbas de importantes e essenciais áreas sociais assim como arrochos salariais, ao passo que empresários, empreiteiros, banqueiros e latifundiários expandem suas riquezas.

No Rio de Janeiro, o Governador Sérgio Cabral/PMDB seguiu à risca a cartilha neoliberal. Enquanto bilhões são investidos para adequar os espaços urbanos às exigências dos megaeventos esportivos, moradores são expulsos de suas residências e servidores como bombeiros e profissionais da educação recebem baixíssimos salários e possuem péssimas condições de trabalho.

Diante deste cenário, os estudantes de Educação Física reunidos no XXXII Encontro Nacional dos Estudantes de Educação Física (ENEEF) se posicionam pelo total apoio à Luta dos bombeiros, à Greve dos profissionais da Educação iniciada em 7 de junho, à ocupação da Rua da Ajuda e repudiam as práticas truculentas e irresponsáveis do Governo Sérgio Cabral, exigindo do mesmo melhores salários e dignidade aos trabalhadores.
Executiva Nacional dos Estudantes de Educação Física (ExNEEF)
Centro Acadêmico de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (CAEFD-UFRJ)
Diretório Acadêmico Carlos Campos Sobrinho da Universidade Federal de Juiz de Fora (DAFAEFID-UFJF)
Diretório Acadêmico de Educação Física da Universidade Estadual de Feira de Santana (DAEF-UEFS)
Centro Acadêmico de Educação Física da Universidade Federal de Goiás (CAEFD-UFG)
Centro Acadêmico de Educação Física da Universidade Federal do Paraná (CAEF-UFPR)
Diretório Acadêmico 26 de Junho da Universidade Federal do Espírito Santo (DAEF-UFES)


Durante o Ato Público, estudantes deram o seu apoio, entoando: "A GREVE CONTINUA! CABRAL, A CULPA É SUA!"

sábado, 9 de julho de 2011

Professores C de Macaé: NÃO ALTEREM A CARGA HORÁRIA

Na última semana, a Secretaria Municipal de Educação de Macaé enviou para as Unidades Escolares o "Termo de Opção Pela Alteração da Carga Horária", termo este que possibilita aos professores C "em caráter irrevogável e irretratável" a mudança do regime de 16h para a "carga horária de 20 (vinte) horas", de acordo com o "parágrafo único do art. 3º da Lei Complementar Municipal nº 173/2011".


Primeiramente, é importante destacar que a equiparação salarial garantida no mês de junho, já paga ao corpo docente em folha suplementar e incorporada normalmente no próximo salário, se soma às vitórias do movimento dos Profissionais da Educação que ganhou grande fôlego em 2011! Como é uma correção de distorção histórica, é preciso prosseguirmos nas lutas para o aumento real, que não acontece há sete anos!


Como a carga horária docente é diferenciada, nossa equiparação salarial aos demais servidores com o Ensino Superior como exigência mínima para o cargo aconteceu de forma relativa! Para que ela ocorra de forma absoluta, a Prefeitura teve a "brilhante ideia" de propor o aumento da carga horária. Tal proposta se configura numa grande armadilha para a categoria e nossa orientação é para que NENHUM PROFISSIONAL OPTE PELA ALTERAÇÃO!


Por que apresentamos essa posição!?


1 - Segundo palavras do próprio Secretário Guto Garcia (no Fórum Municipal de Educação), o regime de 20h será organizado da seguinte maneira: 15 horas em sala (18 tempos ou 18 horas-aula de 50 minutos). A quantidade de dezoito tempos é o mínimo múltiplo comum entre 2, 3 e 6, que são as quantidades de tempos das respectivas disciplinas do segundo segmento do Ensino Fundamental.


No regime de 16h, são 12 tempos ou 12 horas-aula e 4h para planejamento. Na prática, a adesão à carga horária de 20 horas, aumenta em 50% a carga de trabalho do professor C. Docentes de Educação Física, Educação Artística e Língua Inglesa passariam a assumir mais três turmas; de História, Geografia e Ciências, mais duas turmas; de Português e Matemática, mais uma. Em contrapartida, o vencimento básico do professor C de 16 horas é de R$1894,25; e o de 20 horas, R$2251,56. Com isso, o professor aumenta em 50% a quantidade de trabalho, enquanto seu salário aumenta em menos de 19%! É SOBRECARGA DE TRABALHO! É AUMENTO DA EXPLORAÇÃO DO TRABALHO DOCENTE!


2 - Após realizarmos quatro paralisações com manifestações nas ruas de Macaé, construídas de maneira coletiva, o governo propõe um sistema de adesão que funciona individualmente. Repudiamos tal prática governista, alinhada com a exacerbação da lógica individualista presente na sociedade, lógica esta que precisamos superar e romper. É óbvio que defendemos que os profissionais da Educação recebam salários melhores. Todavia, isso precisa acontecer não devido ao aumento da carga de trabalho, mas por meio das lutas que a categoria desenvolve, em um município riquíssimo, que possue tranquilas condições de aumentar os salários dos servidores (o superavit de Macaé no ano passado ultrapassou a quantia de R$200 milhões!).


3 - Caso algum(a) professor(a) opte pelas 20 horas, isso auxiliará a Prefeitura em suas tentativas - muitas delas frustradas nos últimos meses - de fragmentar a categoria. No momento de negociações, dependendo da correlação de forças, podem ser oferecidas propostas diferenciadas - situação que já existe pelos diversos cargos existentes - de reajuste ou aumento salarial para as diferentes cargas horárias. Caso ocorra uma adesão grande, inclusive o governo fica mais fortalecido para impor a nova carga horária nos próximos concursos.


4 - Por fim, a adesão à carga horária de 20 horas força uma desunião entre os professores, situação que beneficia os governantes. Há o perigo de jogarem professores contra os próprios professores! Como!? Numa Unidade Escolar com x turmas, que não possui salas suficientes para aumentar a quantidade de turmas, os professores da nova carga horária, dependendo dos critérios estabelecidos, passariam a assumir mais turmas. Diante desse quadro, a outros(as) professores(as), que hoje trabalham na mesma Unidade Escolar, não restariam turmas suficientes para completar sua carga horária, precisando completar a carga horária em outra localidade, que pode inclusive ter outro(a) professor(a) com a nova carga horária e outro(a) professor(a) buscando local para completar sua carga horária diante da perda de turma(s) na escola onde está lotado(a). Está formado o ciclo de desunião e disputas pelos critérios para saber quem terá prioridade: mais antigos x mais novos; maior titulação x menor titulação...!?


A Secretaria de Educação certamente vai jogar sobre as costas do professor a responsabilidade por buscar e encontrar tempos em escolas para que cumpra toda sua jornada de trabalho, situação que já ocorre na rede estadual e em outras redes municipais.


NOSSO ADVERSÁRIO É O GOVERNO, que privilegia empreiteiros, banqueiros e empresários. TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO precisam caminhar lado a lado!!!


Por fim, o Movimento SINDICALISMO MILITANTE apela aos professores C que divulguem essas questões, conversem com os(as) colegas propensos(as) a aceitar a mudança e orienta a categoria para que NENHUM PROFESSOR C ALTERE A CARGA HORÁRIA!

Fortalecendo a GREVE em Niterói

Nos dia 29 de junho, às 9h, no DCE-UFF, foi deliberada em Assembléia pela categoria dos Profissionais da Educação de Niterói, a deflagração da GREVE na rede, tendo seu início no dia 1º de agosto. Em conjunto com esta deliberação, foi aprovado um calendário de luta e construção da greve com paralisação nos dias 06 e 07, na primeira semana de julho, e 12 e 13 na segunda semana, antes do recesso, para o não retorno no segundo semestre.


Nesta semana, nos dias 06 e 07, a professora Loíze Pessanha, do Sindicalismo Militante, se incorporou ao Comando de Greve, realizando nos dois dias, visitas em escolas, para construir e fortalecer, junto com seus companheiros, o movimento grevista. No dia 06, foram visitadas 6 escolas e no dia 07, 5 escolas. Houve diálogo com merendeiras, serventes, professoras(es), diretoras e pedagogas, além de reuniões com os pais em duas escolas: E. M. Altivo César e E. M. Maria Angela Moreira Pinto.


A partir destas visitas, pode-se sentir que o movimento cresve, muitas pessoas demonstrando sua insatisfação com a desvalorização profissional que a categoria tem sentido em Niterói: merendeiras sofrendo no interior das cozinhas - que de tanto trabalhar de maneira inadequada possuem sua vida útil reduzida a menos de dez anos, sendo muitas delas readaptadas com 6 ou 7 anos de trabalho; professoras que adoecem com Síndrome de Burnout, cordas vocais com calos e outras doenças, enfrentando sozinhas em sala de aula - devido ao número reduzido de funcionários nas escolas e a alunos desrespeitosos, sendo muitas vezes ameaçadas por estes; serventes sendo responsáveis por limpar escolas imensas de 3 ou 4 andares, sozinhas(os) em seus turnos, dentre muitas outras denúncias. Este foi o teor das discussões realizadas nas passadas. E, nas próprias visitas, a professora Loíze presenciou merendeiras cortando, sem parar, fígado em bacias inteiras, mesmo enquanto dialogava com as mesmas; presenciou também, uma merendeira transportando, com um companheiro, uma panela de arroz, de um metro etc. Esses profissionais são cozinheiros, não merendeiros, têm direito a melhores salários e carga horária reduzida sim!


A realidade nas escolas não está escondida, está lá para quem quiser ver. Estava lá também a insatistafação expressa nos olhos e palavras de nossos companheiro e companheiras. E o trabalho realizado nas passadas foi alimentar a fé nas conquistas que este movimento pode arrancar dos governos, pois eram sempre lembrados que foi a greve de 2000 que arrancou o plano de carreira da categoria, pois nem isso tínhamos (hoje em Niterói, somente as áreas da Saúde, Educação e Artes têm Planos de Carreira); em 2005, o piso salarial dos professores era de R$ 525,00; hoje, graças à greve ocorrida neste ano e os 15% (Data-Base + 8,7%) conquistados por nós, nosso Piso é de R$ 1.004,28 para professor de séries iniciais, e R$ 1406,00, para professor especialista. E ainda é insuficiente!


A professora Loíze explica: “Claro que percebemos também, em alguns, algum sentimento de medo em participar do Movimento, sentimento este relacionado, principalmente, ao corte de ponto, mas podemos sempre contar ao nosso favor as vitórias recentes do Movimento dos Trabalhadores da Educação. Lembramos sempre em nosso diálogo que os trabalhadores grevistas de Caxias, Nova Iguaçu, Santa Catarina, e agora, a Rede Estadual, conseguiram a legalidade de sua greve e a liminar para que os grevistas não sofram cortes de ponto. Contar com as vitórias recentes do Movimento traz um novo fôlego ao debate e maior confiança na luta”.


Desta forma, o Movimento em Niterói continua, na construção da Greve. Na próxima semana, nos dias 12 e 13, as visitas continuam.


Construindo a greve em Niterói!
Pela valorização dos Profissionais de Educação!
Sem corte de ponto, pois lutar é um direito!