sexta-feira, 13 de maio de 2011
Profissionais do Colégio Municipal Botafogo elegem delegado para o Congresso do SEPE
terça-feira, 10 de maio de 2011
XIII Congresso Ordinário do SEPE
Na avaliação do Sindicalismo Militante, a divulgação desse importante Congresso não tem sido proporcional à sua importância. Tentamos, na medida de nossas forças e instrumentos de divulgação, difundir as informações aos profissionais da Educação. É de suma importância que a categoria discuta sobre a conjuntura em nosso país em tempos de crise econômica e trace propostas de ação para enfrentar os ataques que visam à salvação dos empresários e banqueiros e ao desmonte da Educação Pública, realizados pelos governantes do nosso país. Além disso, muitas críticas ao sindicato são feitas pelos profissionais no cotidiano e realmente precisamos de uma representação mais presente e mais próxima das escolas! Portanto, divulgamos aqui as informações e incentivamos a realização de Assembleias nas escolas para ampliar a participação da categoria nas deliberações sobre os rumos de nosso Sindicato.
Com o tema “Escola não é fábrica, aluno não é mercadoria, educação não é negócio – contra a meritocracia e a produtividade na educação”, durante os dias 26, 27 e 28 de maio ocorrerá a maior instância deliberativa do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (SEPE): seu Congresso Estadual.
Durante o evento, a entidade possui como objetivos analisar e discutir reformas sindical, trabalhista, previdenciária e universitária em curso pelo país; elaborar estratégias de luta para defender a Educação Pública e a organização dos Movimentos Sociais; avaliar a conjuntura para o enfrentamento às políticas neoliberais implementadas pelos governantes; avançar na construção de um projeto alternativo de educação, atrelado a uma sociedade qualitativamente superior à atual; e refletir sobre a organização do próprio sindicato. A pauta encontra-se dividida em cinco pontos, a saber, Conjuntura; Políticas Educacionais; Avaliação do movimento, organização, lutas e concepção sindical; Atualização do Estatuto e organização do SEPE/RJ; e Análise dos convênios com planos de saúde[1].
Além dos membros efetivos da Direção Estadual, de diretores de núcleos e regionais com licença sindical, qualquer profissional da Educação tem a possibilidade de ser delegado(a), com direito a voz e voto no Congresso. Para isso, é necessário que seja convocada e realizada em sua escola uma Assembleia [2], durante a qual sejam discutidos os pontos da pauta e eleitos os(as) candidatos(as). Os(as) eleitos(as) precisam se filiar ao SEPE até o dia em que a Assembleia for realizada [3]! As assembleias para eleição de delegados(as) podem ser realizadas até o dia 19 de maio e as respectivas atas devem ser entregues até o dia 20 de maio, tendo como limites os horários de 17h nas sedes dos núcleos ou regionais e 21h na sede do SEPE/Central [4].
Também é possível participar do Congresso como observador(a). A taxa de inscrição será paga no ato do credenciamento e custa R$5,00 para professores(as) e R$3,00 para funcionários(as) administrativos(as).
O Sindicalismo Militante se coloca à disposição para maiores informações sobre o Congresso, diálogos sobre os pontos de pauta e auxílio para a realização das Assembleias.
[1] As normas regimentais do XIII Congresso Ordinário do SEPE estão disponíveis em http://www.seperj.org.br/pdf/normas_regimentais.pdf
[2] A ata da Assembleia nas escolas deve ser assinada pelos participantes e indicar os(as) profissionais eleitos(as): http://www.seperj.org.br/pdf/atadeeleicao_escola.pdf
[3] Para se sindicalizar, o(a) profissional precisa estar munido(a) de contra-cheque na maioria dos casos e preencher a ficha de filiação. Profissionais das redes municipal do Rio de Janeiro e estadual do RJ podem se filiar na sede do SEPE/Central; profissionais de outras redes municipais podem procurar os núcleos e regionais mais próximos: http://www.seperj.org.br/sindicalizacao.php
[4] Rua Evaristo da Veiga, 55, 8º andar – Centro. Tel: (21)2195-0450.
Contatos:
End. Eletrônico: sindicalismo_militante@yahoo.com.br
Twitter: http://twitter.com/#!/Sind_Militante
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(21) 9955-8771 - Gustavo
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Apoio à Ocupação Estudantil da Escola de Educação Física e Desportos da UFRJ
Em tempos de crise econômica, a presidenta Dilma Rousseff dá continuidade à política de precarização das Universidades Públicas, potencializada a partir da imposição do REUNI em 2007 e pelo corte de verbas no início de 2011. A EEFD-UFRJ, existente de 1939, merece ser tratada com respeito e receber mais investimentos públicos.
Manifestamos todo o nosso apoio à gestão QUEM VEM COM TUDO NÃO CANSA do CENTRO ACADÊMICO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DANÇA, com a certeza de que as lutas desenvolvidas vão ao encontro de uma Educação Pública, Gratuita e de Qualidade!
Saudações combativas e força na luta,
SINDICALISMO MILITANTE.
sábado, 15 de janeiro de 2011
Choque de ordem (qual ordem?) ou mera propaganda do governo estadual?
A primeira medida listada pelo jornal na primeira página é o processo seletivo elaborado pelo próprio governo estadual para a escolha de diretores de escolas. Esta medida avança na contramão daquilo que é apontado por todas as correntes pedagógicas como a forma que mais contribui para o ensino-aprendizagem de excelência: a escolha democrática dos gestores realizada pelos professores, funcionários e comunidade escolar.
A segunda medida relacionada é a contratação de uma empresa "para rever as licenças médicas dos oito mil professores afastados"(1). Então, contrata-se uma empresa privada com dinheiro público para realizar algo que a perícia estadual deveria realizar. Isto, sim, representa gasto público, e não investimento. Além disso, o jornal não problematiza a questão como deveria, já que os jornalistas deste meio sabem perfeitamente o imenso número de notícias que revelam as condições de trabalho dos professores da rede pública estadual. Professores e funcionários trabalham, boa parte das vezes, em situações de alto nível de violência, com medo(2), convivem com situações de assédio moral, além da desvalorização profissional e salarial, problemas que acabam gerando um enorme número de doenças nos profissionais de educação, especialmente doenças psiquiátricas. Isto faz com que os professores sejam a segunda categoria dos funcionários públicos estaduais que mais precisam de licença do trabalho, somente abaixo dos policiais.
Em terceiro lugar, informam que o "projeto de redução de gastos vai resultar numa economia de R$ 111 milhões só este ano"(3). E aonde vai parar tanto dinheiro? Vai parar, por exemplo, no bolso do governador e dos deputados estaduais, que receberam um generoso aumento salarial há poucos dias. Assim tratam a educação pública: um gasto, um peso que precisa ser aliviado. É assim que se faz educação de qualidade? Não é preciso nem ser advinho para saber que a educação pública estadual só ficará entre as cinco melhores do país com melhorias de fato e não com mera propaganda do governo - a não ser que haja brutal distorção dos dados do IDEB, coisa que não pode ser descartada, já que o PT, comandante do Ministério da Educação que gerencia o IDEB, é o principal aliado do governo estadual de Cabral/PMDB.
Para o governo estadual e a mídia dos grandes jornais, revistas e TVs é isso mesmo: professor tem que ganhar pouco, educação pública representa gastos e negócios. Tem que dar dinheiro, não formar seres humanos críticos(6). Assim não se faz educação de qualidade, assim não se tira a educação pública do buraco em que está. Precisamos de professores e funcionários bem remunerados, com vencimentos básicos decentes, com tempo para aprofundar sua formação permanentemente, boas condições de trabalho nas escolas, autonomia das escolas e dos profissionais de educação, gestão democrática das escolas e investimento público, mas um grande investimento público, porque educação pública de qualidade não é barata. Algo é certo: qualquer centavo investido na educação provocará melhorias sociais incomparáveis aos milhões/bilhões investidos nos bolsos do governador e dos deputados estaduais - o que, infelizmente, aplica-se à imensa maioria de vereadores, deputados, senadores e chefes do executivo.
Adolpho Ferreira
Professor de História da rede municipal do Rio de Janeiro
Notas:
(1) O Globo, 8 de janeiro de 2011, p.1, "Estado anuncia choque de ordem na educação".
(2) JC Online, 7 de janeiro de 2011, "Professor é agredido por aluno descontente com nota", acessado em 8/01/2011 http://jc.uol.com.br/canal/
(3) O Globo, idem.
(4) Idem, idem.
e Terra Notícias, 25 de maio de 2009, "Fornecedora de merenda escolar recebeu 108 advertências no Rio", acessado em 8/01/2011 http://noticias.terra.com.br/
(6) O Globo Online, 6 de outubro de 2010, "'Penso em educação como um negócio', diz novo secretário estadual de Educação ao assumir o cargo", acessado em 8/01/2011 http://oglobo.globo.com/rio/
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Abaixo-assinado exige para professores o mesmo aumento salarial dos senadores
Divulgamos a seguir o abaixo-assinado que exige para os professores o mesmo aumento salarial (no piso salarial nacional de professores estabelecido recentemente) que foi obtido pelos senadores, ou seja, 61,78%:
http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N4645
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Que 2011 seja um ano de conquistas pessoais e muitas lutas!
Nós que participamos do Sindicalismo Militante desejamos a todos uma ótima comemoração na passagem de ano. Que 2011 seja de muitas conquistas pessoais e muitas lutas pela educação pública, por melhores salários para professores e funcionários, por melhores condições de trabalho nas escolas e por um projeto de educação pública que possa realmente contribuir para transformar a realidade de profunda desigualdade social e avanço do neoliberalismo que vivemos!
Siga nosso twitter - http://twitter.com/Sind_Militante - e confira algumas de nossas publicações no blog em 2010:
Eu troco Luan Santana... - http://sindicalismomilitante.blogspot.com/2010/12/eu-troco-luan-santana.html
Depoimento de uma professora - notas sobre a Assembleia do dia 18/09 - http://sindicalismomilitante.blogspot.com/2010/11/depoimento-de-uma-professora-notas.html
Paralisação da Rede Estadual e da Rede Municipal do Rio de Janeiro no dia 16/09 - vamos à Marcha em Defesa da Educação Pública! - http://sindicalismomilitante.blogspot.com/2010/09/paralisacao-da-rede-estadual-e-da-rede.html
Assembleia da Rede Estadual neste sábado (14/08) - lutar para não cair nas promessas eleitorais! - http://sindicalismomilitante.blogspot.com/2010/08/assembleia-da-rede-estadual-neste.html
A reforma da previdência municipal: vamos lutar contra a precarização de nossa aposentadoria! - http://sindicalismomilitante.blogspot.com/2010/08/reforma-da-previdencia-municipal-vamos.html
Sonhos de infância - http://sindicalismomilitante.blogspot.com/2010/07/sonhos-de-infancia.html
A gratificação por metas de produtividade e a precarização da educação pública: vamos organizar a resistência! - http://sindicalismomilitante.blogspot.com/2010/07/gratificacao-por-metas-de-produtividade.html
Greve nas escolas de Petrópolis e as lutas dos profissionais de educação - http://sindicalismomilitante.blogspot.com/2010/05/greve-nas-escolas-de-petropolis-e-as.html